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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Clássicos Brasil 2016 premia os carros mais originais de cada época



O Opala Las Vegas 1972 – Jefferson Pereira – ficou com o Troféu Fábio Steinbruch da segunda edição do Clássicos Brasil 
Thiago Capodanno/VGCOM 

São Paulo, 25 de janeiro de 2016 – Quem ficou em São Paulo durante o final de semana e feriado de aniversário de São Paulo pode conferir de perto o maior encontro de carros clássicos nacionais do Brasil, com a exposição de 120 automóveis, no Clube Hípico de Santo Amaro. Hoje, último dia do evento, os carros participantes foram avaliados pelos juízes Adonis Lykouropoulos, Gabriel Marazzi, Fabio de Cillo Pagotto, Portuga Tavares, Reynaldo Scalco JR, Lincoln Gomes de Oliveira e Paulo José Meyer Ferreira e os mais originais de cada época dentro das respectivas categorias, de acordo com a orientação da FBVA - Federação Brasileira de Veículos Antigos – foram premiados. Considerando, entre outros quesitos, originalidade e importância histórica. 

Na categoria JK, veículos fabricados até 1960 e que retrata a infância da nossa indústria automobilística, com os primeiros modelos fabricados no Brasil, ainda com algumas, ou muitas, peças importadas e similares aos modelos de origem das matrizes das fábricas, o premiado foi a Romi Isetta 1959 – João Carlos Bajesteiro.

A categoria Tropicalismo são os veículos entre 1961 e 1966. Com o desenvolvimento da indústria brasileira, os veículos passaram a ter alto índice de nacionalização (mais de 90%) e isso incrementou a indústria de autopeças nacionais. Projetos, alterações e modelos brasileiros exclusivos surgiram, consolidando o parque industrial. Nessa categoria os premiados foram o Aero Willys 1962 – Claudio Adolfo; Willys Interlagos 1965 – Jorge Lakatos; DKW Fissore 1966 – Ricardo Prado; DKW Malzoni 1966 – Renato Malcotti e o Bino Mark I – Recriação 1966 – Ana Maria Alencar.

A Categoria Milagre Brasileiro são os veículos entre 1967 e 1973. Nesta fase aconteceu um grande desenvolvimento, devido a diversos investimentos das fábricas, fortalecendo ainda mais a indústria nacional. Isso durou até a crise mundial do petróleo, no ano de 1973. Os premiados foram Chrysler Esplanada 1969 – Paulo Galluzzi; Opala Luxo Sedan 1970 – Ricardo Ghigonetto; Dodge Charger R/T 1971 – Lincoln de Oliveira Gomes; Furia GT 1972 – Automóveis do Brasil; Galaxie 500 1972 - Antonio Tavares; Variant 1972 – Ricardo Jacob e Puma 1972 – Fernando Hormain.

A categoria Geração Disco são os veículos entre 1974 e 1982. Dois fatores importantes marcaram esta época, o lançamento de uma nova geração de carros médios, menores e mais econômicos. Uma forma encontrada para sobreviverem a crise do petróleo e o fechamento do mercado para importações de automóveis a partir de 1975. Isso mudou todo o cenário de produtos e do mercado brasileiro nessa década. Os premiados foram a Kombi Luxo 6 portas 1974 - Marcelo Henrique Gama das Chagas; Maverick SuperLuxo Coupe 1974 – Garage Vaz; Opala SS-41974 – Sylvio Luis Pinto e Silva; Puma GTB 1975 – Odil Porto Junior e Dodge Charger R/T 1977 – Pedro Horn.

Receberam premiações especiais ainda o Maverick Perua 1976 - Garagem Vaz, o Caravan Comodoro 250 S 1980 – Marcio Valente e o Gurgel E400 - Itaipu 1982 - Museu Jorm . E foram homenageados o Galaxie LTD/Landau 1971 – Roberto Costa (Veteran Car Clube de Brasilia); o fotógrafo Claudio Larangeira e o jornalista Gabriel Marazzi.

Quem ficou com o Troféu Fábio Steinbruch foram os carros: Romie Isetta - 1959 - Claudio Romi (comemoração 60 anos Romi Isetta); Fúria Alfa - 1970 - Antônio Villas Boas e Opala Las Vegas - 1972 - Jefferson Pereira. Recebeu uma homenagem especial o Fittipaldi FD 01 de Wilson Fittipaldi JR. Por fim o ganhador do jogo de rodas Scorro S242 foi Thiago Monteiro Pimentel. E foram sorteados com kits Cral: Maurício Batica, Sérgio Enoque, Jaime Menino dos Santos, Maria Aparecida de Andrade, Juvenal Cunha Costa, Elis Rocha, José Luiz Martins e Carla Martins.

O 2º Clássicos Brasil contou com várias atrações como a presença e sessões de autógrafo de Wilson Fittipaldi durante todos os dias do evento e o lançamento surpresa do Chevrolet Opala Las Vegas 1973, um carro intocável e dos sonhos na época, que participou do Salão do Automóvel de 1972 e ficou em um caixa de madeira gerando grande expectativa durante o encontro. 

Outras novidades marcaram o encontro como primeiro carro de Fórmula 1, Fittipadi FD 01,produzido no Brasil há 40 anos da equipe Fittipaldi. E o Opala campeão da primeira temporada da Stock Car em 1979. A categoria foi lançada com o total apoio e incentivo da General Motors do Brasil. O piloto Paulo Gomes (hoje presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo) foi campeão da primeira temporada com este carro. A primeira corrida ocorreu em 22 de abril, no Autódromo de Tarumã/RS, e contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros de 4 100 cm3.

O 2º Clássicos Brasil contou também com espaço para comercialização de automóveis antigos nacionais, espaço mulher, espaço kids, praça de alimentação e um bar central. O evento, referência no antigomobilismo, tem a chancela da FBVA e como embaixador Fábio de Cillo Pagotto. Além dos 120 clubes espalhados pelo Brasil, os números do segmento impressionam e mostram ainda 150 mil colecionadores por todo o país. “Nós, colecionadores, acreditamos muito na história do carro nacional. Todos, de alguma forma, temos alguma lembrança ou um laço com um carro. Certamente, quem tem mais de 30 anos tem uma história para contar”, destaca José Ricardo de Oliveira, da ZR Soluções Automobilísticas, empresa organizadora do evento.

O encontro teve o apoio institucional do Clube Hípico de Santo Amaro e Federação Brasileira de Veículos Antigos. Contou com o patrono Chrysler Clube do Brasil e apoio das marcas Camargue Asset Management, Cral Baterias, Brasc Construções e Incorporações e Scorro Rodas. 
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

1º CLÁSSICOS BRASIL premia melhores carros antigos nacionais

Evento reuniu em um mesmo local relíquias do antigomobilismo nacional e emocionou os presentes
José Ricardo de Oliveira, da ZR Soluções Automobilísticas, ao lado do grande lançamento do evento, o Monarca 1954 repaginado! Fotos: Osvaldo Furiatto - Mira e Clica - VGCOM



São Paulo, janeiro de 2015 - Saudosismo e realização foram as palavras que marcaram o 1º Clássicos Brasil, exposição de carros clássicos nacionais, que aconteceu este fim de semana (23 a 25/01), no Clube Hípico Santo Amaro, em São Paulo.“A ideia de fazer o evento surgiu parar valorizar todos os carros da indústria nacional e a indústria dos fora-de-série, o carro nacional tem todo respeito do brasileiro. Estamos emocionados e felizes com esta primeira edição e repletos de planos para o ano que vem”, diz José Ricardo de Oliveira, da ZR Soluções Automobilísticas, organizador e realizador do evento.

No evento foi possível ver de perto raridades de colecionadores, carros que pouco rodam e com muita história. Uma verdadeira realização para quem gosta de automóveis antigos. “As pessoas se emocionavam... Esses carros clássicos carregam a história da indústria automobilística nacional e da sociedade da época. Deveriam ser vistos e considerados realmente como uma atividade cultural brasileira”, diz Oliveira.

Premiação

Entre os cerca de 130 carros inscritos, três raridades do acervo da FIAT, 32 foram premiados pelo evento, divididos em categorias. Vale ressaltar que para efeito de premiação foram considerados veículos com mais de 30 anos de fabricação e 80% original.

Foram oito juízes, especialistas na área, que tiveram a difícil e importante missão de escolher os melhores dos melhores: Carlos Eduardo Albuquerque, colecionador e restaurador; Fabio de Cillo Pagotto, engenheiro,editor da revista Collector’s Magazine nos anos 90;Gabriel Marazzi, jornalista especializado em automóveis; Lincoln Gomes de Oliveira, engenheiro da área automotiva; Luciano Dallago,colecionador e restaurador;Paulo José Meyer Ferreira – ex piloto de competição internacional, publicitário, colecionador especializado em automóveis brasileiros e alemães; Portuga Tavares, jornalista do setor automotivo e consultor do Programa Auto Esporte da TV Globo e Reynaldo Scalco JR, colecionador.

Para receber o troféu cada carro 'desfilou' na Alameda dos Clubes, um caminho que tinha bandeiras de clubes federados a Federação Brasileira de Veículos Antigos, como forma de homenagear estes apaixonados do antigomobilismo. 

Na categoria JK (veículos fabricados até 1960), que retrata a infância da indústria automobilística brasileira, com os primeiros modelos fabricados por aqui, ainda com algumas (ou muitas) peças importadas e similares aos modelos de origem das matrizes das fábricas, foram premiados:Romi Isetta (1956) – de André Beldi, DKW Universal (1956) - Flavio Gomes e VW Kombi Standard (1960) - Walter Beringhs e VW Monarca - Alexandre Atie Murad. 

Na categoria Tropicalismo (entre 1961 e 1966) – época em que os veículos passaram a ter alto índice de nacionalização (mais de 90%) e isso incrementou a indústria de autopeças nacional. Projetos, alterações e modelos brasileiros, exclusivos surgiram, consolidando o parque industrial do Brasil – foram premiados: Esporte Brasília (1961) - Sergio Campos, DKW Belcar 1000 (1963) - Stevens Beringhs, Fusca 1200 Pé de Boi (1965) - Paulo José Meyer Ferreira e Willys Renault Teimoso (1966) - Paulo José Meyer Ferreira.

Na categoria Milagre Brasileiro (entre 1967 e 1973) – nesse período aconteceu um grande desenvolvimento, devido a diversos investimentos das fábricas, fortalecendo ainda mais nossa indústria. Isso durou até a crise mundial do petróleo, no ano de 1973 – foram premiados: Willys Itamarati Executivo Limusine (1967), Opala 3800 (1969) - Reynaldo Scalco, Shark (1970) - Sergio Trivelatto,Galaxie 500 (1971) - Fernando Ceolin, Karmann Ghia Coupé (1971) - Walter Beringhs, Ford Corcel GT (1971) - Sergio Vaz, Alfa Romeo JK (1972) - Wamderlei Natali, VW Variant (1972) –José Mateus Lopes eGalaxie LTD Landau (1973) - André Beldi.

Na categoria Geração Disco (entre 1974 e 1982) – esta época foi marcada pelo lançamento de uma nova geração de carros médios, menores e mais econômicos (uma forma encontrada para sobreviverem a crise do petróleo) e pelo fechamento do mercado para importações de automóveis a partir de 1975 – foram premiados:Dodge Charger R/T (1972) - Reinaldo Silveira, Ford F 75 (1973) - Alemão TiTiTi, Maverick Coupé V8 (1974) - Gregory Vaz, Maverick Sedan V8 (1974) - Andre Vaz, Chevrolet Chevette (1974) - Carlos Locatelli, VW Brasilia(1976) - Alexandre Artea, Dodge Dart 4 portas (1977) - Fabio Batistini e Envemo Super 90 (1981) - Fernando Hormain.

E, na categoria Nova República (entre 1983 e 1992) - nesta época as grandes fábricas se globalizaram e surge o conceito do 'Carro Mundial', fabricado em diversos países e com componentes vindos de diversas fábricas, fornecedores e filiais de vários países. Isso até a abertura das importações pelo governo no inicio da década de 1990 – foi premiado o Escort L (1985), de Erwin Moretti.

O 1º Clássicos Brasil também teve uma premiação especial que destacou os veículos: Galaxie Ambulância (1969) – Clássicos Caslini, Fusca de Competição AUTOZOOM – Oswaldo Guilherme Decanini, Fiat 147 - acervo Fiat, GM Carbrasa Escolar (1962) - Ônibus Colégio Dante Alighieri, Dogde 180 - acervo Fabio Steinbruch e Puma GTE Espartano (1972) - Heinzjurgen Halle.

Leo Steinbruch, também criou o prêmio Fábio Steinbruch, em homenagem ao irmão, a quem o 1º Clássicos Brasil foi um tributo. Por ele foram premiados cinco carros: Dodge Charger R/T (1971) – Pedro Ramiro Horn, Maverick GT (1977) – José Roberto Vaz, Puma DKW (1967) – Ricardo Prado, Puma GT (1968) e Willis Interlagos (1966) – José Adolfo Bastos. 

O evento

A intenção é que em cada uma das próximas edições tenha o lançamento de um carro. Como foi o caso do Monarca 1954, que foi desenvolvido e montado por Olivier Monarca, projeto a partir de um Porsche 356. Há alguns anos Oliveira o achou e o resgatou, pesquisando toda sua história e colhendo fotos da época. Posteriormente foi comprado pela família Murad, que fez todo o processo de restauração e, 60 anos depois, repaginado, foi lançado no ClássicosBrasil, representando o começo dos carros fora-de-série no país.

O evento contou também com Espaço Kids com brinquedos para divertir as crianças e Espaço Mulher com direito a massagem.“Foi muito bom ver as famílias passeando e se divertindo, pais e filhos apreciando os carros, crianças brincando, mulheres se distraindo. Era o que queríamos: um espaço para todos que tivesse o universo do carro clássico em comum”, diz Oliveira.

Entre os expositores, tinha os vendedores de carros, roupas, capa automotiva, pacotes de viagens, por exemplo. Tudo voltado ao público que gosta de carros antigos. Mas, o que chamou a atenção mesmo foi o 'Mercado das Pulgas', onde era possível encontrar desde peças antigas de carros, até miniaturas de automóveis, CD´s, talheres com pedrarias, louças, brinquedos, antiguidades, placas decorativas em alumínio, tudo no melhor estilo vintage.

O 1°Clássicos Brasil foi uma realização ZR Soluções Automotivas, RRBB Propaganda e Marketing e DTS Promoções e Eventos. O evento tem como patrono o Chrysler Clube do Brasil, filiado à Federação Brasileira de Veículos Antigos, e tem como embaixador Fábio de Cillo Pagotto. O apoio institucional é da Federação Brasileira de Veículos Antigos, representada pelo presidente Roberto Suga.

Entre os apoiadores: AMK Viagens, New Dog, Camargue Asset Management, Cral Bateriais e Brasc Construções e Incorporações.

PREPARE-SE, 2016 tem mais!

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

BGT-6 divulga campeões e já se prepara para 2015!‏

Bubble Gun Treffen levou para Águas de Lindóia o clima de amizade dos apaixonados por carros raros, clássicos e customizados

Organizado pela VolksPage.com, foi sucesso a sexta edição do maior evento na América Latina de aficionados por carros do Grupo Volkswagen

São Paulo, novembro de 2014 – Estima-se que mais de 15 mil pessoas tenham prestigiado o Bubble Gun Treffen – BGT, que terminou neste domingo em Águas de Lindóia, interior de São Paulo e tem como objetivo reunir anualmente na cidade entusiastas e apaixonados por carros do Grupo Volkswagen.

Aproveitando o ar convidativo da cidade, a organização contabilizou visitantes vindos de diversas localidades do Brasil como: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, e São Paulo – e o que impressionou nesta edição foi a concentração de máquinas fotográficas por metro quadrado, ninguém que esteve visitando o evento perdeu um clique se quer ...

“Só temos a agradecer a presença de todos. Desde os participantes que se dedicaram dias, meses e anos para trazer ao BGT suas melhores criações e do público que abrilhantou o nosso evento nestes três dias. Esperamos encontrá-los em 2015!, enfatizou Ignácio Montanha, presidente da VolksPage.com em suas palavras de agradecimento na noite de sábado”. 

Para concorrer e participar, os inscritos obedeceram a uma lista rigorosa de exigências. E os campeões em cada categoria foram:

Melhor do evento

Golf GTI 2001, de Yuri Polak, de São Caetano do Sul, SP. Após um acidente em maio de 2010, com perda total, o carro foi inteiro recuperado. Com trabalho da Arved’s Garage, o carro ficou três anos parado, sem que fosse ligado, só para recuperá-lo. A pintura foi a “cereja do bolo” – um Azul Sepang, dos Audi RS; as rodas com aro 18 x 8.5” vieram Califórnia; e um destaque especial para os bancos em tom caramelo da edição especial de 20 anos do Golf GTI nos Estados Unidos que também acabou ditando o tom para o “cofre” e de todo interior do veiculo,; a parte curiosa do Golf é que toda a fiação do motor ficou escondida "wire tuck, a bateria, por exemplo, está no porta malas, debaixo do estepe. “Em 2013, eu trouxe o carro de guincho para participar ainda inacabado, mas este ano consegui traze-lo pronto e voltar para casa com o título de melhor carro do Bubble Gun Treffen 2014. O valor gasto é incalculável! E nem penso em vendê-lo, pois tem um valor sentimental para mim e para todos que acompanharam o passo a passo desta conquista, ressalta Yuri Polak. 

Melhor Rat 
Grupo The Rat Bugz, um grupo de São Paulo amigos apaixonados pelos VW`s aircooled estilo ratlook. Essa categoria é reservada para os carros mais originais possíveis, aqueles carros que não escondem a idade que tem.

Melhor Motor 
Gol GTI 1.6V Turbo – 1999/2000, de Bruno Dibe, do Rio de Janeiro. Seis anos para concluir o carro e ganhar o prêmio. Motor com conexões FTX; conjunto de turbina e filtro de ar Greddy; peças de fibra de carbono internas; escapamento com revestimento de cerâmica; válvulas HKS; Capô de fibra carbono e o carro só roda por ano 1600 km, 1100 dedicados para vir e voltar do Bubble Gun Treffen 

Melhor Roda
Voyage Sport 1.8i - 1994, de Fabio Cerqueira Monteiro, do Rio de Janeiro. Roda BBS RT Lorinser, aro 16 x 8.5 e 16x 9; parafusos (bolts) menores e sextavados polidos e banhados a ouro; fez toda lataria de forma que as novas rodas coubessem; também investiu na suspensão a ar Airlift.

Menção Honrosa
Saveiro Summer - 1996, do Denilson Santos, da By Deni Studio.

Show’n’Shine elegeu as três máquinas mais votadas nas categorias:

Motor a ar original
1° lugar - Porsche 911 SC - 1979
2° lugar - Fusca 1500 - 1972 
3° lugar - Kombi luxo - 1965

Motor a ar modificado
1° lugar – Saveiro - Branco Lótus - 1983
2° lugar – Fusca Cinza
3° lugar – Kombi Pickup verde

Motor a água original
1° lugar - Gol GT 1.8 - 1985
2° lugar - Voyage 1982/1983
3° lugar - Voyage Sport

Motor a água Modificado
1° lugar – Passat - 1975
2° lugar – Saveiro
3° lugar – Golf GTI

Uma atração à parte foi a ‘Lowbada’, uma descontraída competição para os veículos rebaixados que precisam passar na lombada e pelo menos raspar ou ficar enroscado. 

Up! Bubble Gun Treffen

Um dos momentos mais esperados pelos participantes e pelos visitantes aconteceu na tarde de sábado com a apresentação do up! Bubble Gun Treffen. 

O conceito up! Bubble Gun Treffen é um olhar para o futuro. Basta reparar no soap box sobre a carreta acoplada ao modelo, que é movido a gravidade, a personalização se estende, à carreta, que é equipada com as mesmas rodas utilizadas no conceito. Nenhuma alteração mecânica foi feita.

Em seu exterior, o up! Bubble Gun Treffen ganhou pintura em dois tons, do tipo ‘saia e blusa’ incluindo a numeração 53, que remete ao ano de início das operações da empresa no Brasil, capas dos retrovisores e molduras dos faróis de neblina cromadas, rodas de 16 polegadas pintadas de branca e pneus com faixa branca. 

No interior, o conceito traz novamente a pintura em dois tons nas portas, acabamento (‘pad’) do painel e nas bordas dos tapetes. O volante recebe detalhes na cor branca. Os bancos possuem revestimento em Native, também em dois tons – a seção central é na cor branca, com as bordas em azul claro. Nos encostos dos assentos dianteiros há a inscrição 53, a mesma que aparece na coluna ‘C’ do lado exterior. Há ainda detalhes cromados nos botões do sistema de ar-condicionado e do farol. Tudo foi desenvolvido exclusivamente para o conceito.

Sobre o Bubble Gun Treffen

Criado por entusiastas e apaixonados por carros Volkswagen, o BGT nasceu oficialmente em 2009, em Extrema, Minas Gerais, e reuniu 30 veículos e 70 pessoas. No ano seguinte, houve a mudança para Águas de Lindóia, com 80 carros e 70 pessoas. Desde então, o evento passou por uma evolução positiva, tanto em número de participantes, como em público presente. Com a criação do VolksPage.net, um portal com informações e um fórum de discussões sobre modelos Volkswagen, veio a ideia de organizar um evento inspirado no maior do segmento, o Wörthersee- GTI Treffen, que é realizado na Áustria desde 1982. 

O Bubble Gun Treffen-6 foi organizado e realizado pelo VolksPage.net com apoio da Prefeitura Municipal de Águas de Lindóia...2015 tem mais!

Bubble Gun Treffen 2015 - 30/10 a 02/11/2015

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