quarta-feira, 25 de novembro de 2015

[Mulheres x Motocicletas na pista do Autódromo Velo Città] MotoSchool realiza sessão exclusiva para mulheres

No Velo Città, vagas para mulheres motociclistas são limitadas e sem taxa de pista



São Paulo, 25 novembro de 2015 - Durante o dia 29 de novembro, domingo, a MotoSchool realiza no Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), o curso SportBike para alunos da escola e pilotos que desejam aperfeiçoar suas habilidades sobre a motocicleta, adquirindo maior controle e domínio para poder acelerar de forma ainda mais responsável. 

Para aproveitar a ocasião, a escola líder em graduados quando o assunto é ensinamento de pilotagem esportiva e segurança viária convida as mulheres motociclistas para conhecer um dos melhores Autódromos do Brasil. 

Ao longo do evento, que está programado para começar às 8h e encerrar às 17h, será realizada uma sessão de pista exclusiva para mulheres motociclistas com acompanhamento dos Instrutores MotoSchool, com duração de 20 minutos, previsto para ocorrer entre 15h e 16h. 

A taxa de pista para as mulheres que comparecerem no evento será gratuita, sendo necessário apenas realizar o pagamento do valor de R$ 70,00 para o Buffet. Essa é mais uma iniciativa para aumentar cada vez mais a presença feminina no cenário nacional da motovelocidade, valorizando a mulher motociclista. 

Solicite informações nos contatos abaixo para condições especiais de aquisição de pneus Pirelli Diablo Supercorsa SC, que serão oferecidos no dia do evento.

Informações adicionais e reserva de vagas: Tel.: 11 5524-5684 ou pelo e mail: marcelo@motoschool.com.br


Serviço: Data: 29 de novembro

Horário do evento: das 8h às 17h

Horário da sessão exclusiva: entre 15h e 16h

Local: Autódromo Velo Città

Rodovia SP 342, km 187 – Louzã, Mogi Guaçu – SP


Sobre a MotoSchool - Escola líder em graduados quando o assunto é ensinamento de pilotagem esportiva e segurança viária, a MotoSchool está sempre de portas abertas para pessoas interessadas em aprender técnicas de condução para motocicletas. 

A equipe tem como objetivo atender as necessidades, tanto de alunos interessados em se tornar pilotos profissionais de motovelocidade, com serviço qualificado e infraestrutura de ponta, quanto de usuários de moto para locomoção diária e eventuais TrackDays, além de oferecer o conforto e comodidade desejados a custos reduzidos.

Com a equipe MotoSchool Racing Team participa do campeonato SuperBike Brasil desde 2011, tendo formado e lançado até então, diversos pilotos de renome no cenário nacional.


VGCOM - VANESSA GIANELLINI COMUNICAÇÃO
Jornalista Responsável: Vanessa Gianellini
Tels. (11) 3213-9972 - (11) 3042-4898
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

A estrutura de um charuto feito à mão


Neste texto Ladies, vamos conhecer a estrutura de um charuto "hecho a mano".

Em um charuto deste perfil, encontramos três partes: a folha, a subcapa e a mistura de folhas que compõe o enchimento.

O invólucro exterior constitui a parte mais importante e cara de um charuto. Em alguns tipos é responsável por 60% do paladar. A folha do tabaco deve ser macia e oleosa na medida certa. Deverá poder ser dobrada com facilidade, sem veios salientes. Assim, facilita o processo de enrolar o material.
No caso dos cubanos feitos à mão, as folhas do invólucro são caseiras. Já em outros países, as folhas podem ser importadas.

Curiosidade: o enrolador de charutos em Cuba é chamado de torcedor e pode levar cerca de vinte anos para atingir a maestria nesta arte.

As folhas da subcapa sustentam o enchimento. Normalmente são grosseiras e da parte superior da planta do tabaco. Influencia na queima, aroma e paladar do charuto.

No enchimento, as folhas são dobradas em fole no sentido do comprimento, formando uma série de passagens minúsculas, possibilitando a passagem do ar e do fumo. Feito à mão o resultado é bem melhor.

Tipos de folhas para o enchimento

Ligeiro - de cor escura e paladar forte, queimam mais lentamente. São do topo da planta do tabaco e colocadas no meio do enchimento.
Seco - mais suaves e de cor mais clara, colhidas do meio da planta. Rodeiam as folhas ligeiro.
Volado - com pouco paladar são colhidas da parte inferior da planta e colocadas na parte exterior do enchimento pois possui boas propriedades de combustão.
As proporções destes três tipos de folhas de enchimento, constituem a chave dos charutos feitos à mão.

Texto adaptado do Manual Enciclopédico do Charuto.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Charutos: origem do tabaco e a produção cubana

Olá Ladies! Eu não via a hora de compor mais conteúdo sobre os charutos. Particularmente sou uma apreciadora. E busco sempre aprender mais sobre os meus hobbies.
Vou tentar trazer para vocês, informações da forma mais didática possível. E podem aguardar que virão mais posts sobre charutos. Quer ver algum tema no Just For Ladies? Fique à vontade para sugerir!



Breve histórico

A origem da planta do tabaco vem do cultivo pelos Maias na América Central, e era utilizada em cerimônias religiosas. Depois foi espalhada pelo México. 


Curiosidade: a palavra Maia para fumar é sikar.

Fumar era considerado um remédio. Depois um luxo e em seguida uma moda.

Os charutos tiveram origem em Cuba ainda colônia dos espanhóis. Os primeiros, foram introduzidos na América por Israel Putnan, oficial que serviu em Cuba no Exército Britânico.

A planta

O cultivo do tabaco pode ser feito em diversas condições climáticas. E sim, elas tem flores de aroma adocicado!
Mas geralmente são cortadas nos botões para que todos os nutrientes concentren-se nas folhas. As sementes são pretinhas e bem pequenas.

O tabaco utilizado na produção dos charutos é geralmente seco ao ar. Depois da secagem as folhas ficam quebradiças, devendo se tomar muito cuidado no manuseio. Então ficam penduradas até chegar a estação das chuvas para absorver certa umidade e ficarem mais flexíveis. São retiradas as nervuras das folhas e separadas em maços para fermentação. 


Os charutos em Cuba

Por volta de 1850, Cuba tinha cerca de 1000 fábricas de charuto. Mas após a produção ganhar vulto realmente, proprietários expulsaram camponeses reduzindo para 120 fábricas. A maioria dos charutos era exportado para os Estados Unidos e Europa.

Mas foi no século XIX que iniciou-se a especialização em marcas e tamanhos.
No final deste século, Cuba começa a levantar-se contra os espanhóis, fazendo produtores fugirem para Florida e Jamaica.

Aí vem a famosa Revolução Cubana

Liderada por Fidel Castro, transformou a indústria dos charutos. Propriedades americanas tornaram-se do Estado e entrou a produção também por máquinas. 

Nessa época, importantes marcas também deixaram Cuba e foram para República Dominicana, Honduras, Ilhas Canárias e México. 
E em 1961 veio o embargo pelis Estados Unidos.

Após uma sensível queda na produção de charutos, a Habanos S.A assume em 1990 o marketing do produto.

Texto adaptado do Manual Enciclopédico do Charuto.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Um dos apresentadores do programa Oficina Motor - Lipe Paíga - no Just For Ladies

Essa é especial. Lipe Paíga aceitou meu convite para uma rápida entrevista e respondeu algumas perguntas interessantes, expressando sua opinião sobre as Mulheres no universo do automobilismo.



Mas vou apresentá-lo primeiro Ladies.
Lipe Paíga - Jornalista, apaixonado por carros desde antes de saber falar. Agora fala, e muito. Ligado em detalhes e em novidades, assim como no mercado de carros usados, foi à luta com alguns amigos e fez seu próprio programa na internet, o World of Wheels (WOW), onde atuou como apresentador e comentarista durante dois anos. Trabalhou no BandnewsTV e na Dinho Leme Assessoria e Comunicação, onde além de assessoria de imprensa dos principais campeonatos no Brasil e para alguns pilotos que corriam no exterior, fez alguns cadernos e colunas para alguns jornais e revistas, sempre sobre automobilismo. Desde 2013 é um dos três apresentadores do programa de carros Oficina Motor, que é exibido toda terça-feira às 21 horas no canal +Globosat. O programa está em sua terceira temporada e já fez programas nos mais variados países, eventos e museus. Passa grande parte do tempo no Instagram (https://instagram.com/lipepaiga) e em sua página no Facebook (https://www.facebook.com/lipe.paiga).


- Como você vê o interesse das mulheres em assuntos como mecânica e automobilismo?
Eu tenho percebido um interesse maior das mulheres nos últimos tempos. Na verdade o tema carros e automobilismo anda meio em baixa ao redor do mundo, talvez seja por isso que eu esteja percebendo o aumento no interesse. Acho que antes existia até um certo preconceito de que carros, corridas e até futebol eram assuntos de homem, mas atualmente ninguém mais encara as coisas assim e tudo está aí para quem quiser e se interessar. Acho importante que mulheres tenham começado a se aproximar e se destacar em profissões ligadas aos carros e as corridas.

- Quais as profissionais que você admira no mundo do automobilismo?
No Brasil temos profissionais que se destacaram nos últimos anos. A Bia Figueiredo que correu nos EUA, inclusive vencendo corridas na Indy Lights e participando de três edições das 500 Milhas de Indianápolis e agora está na Stock Car, a Débora Rodrigues que se destacou na Fórmula Truck e mais recentemente a minha parceira de Oficina Motor, Michelle de Jesus que correu no Mercedes-Benz Grand Challenge Brasil, passou pela Lancer Cup com bons resultados e agora está na Fórmula Truck. For a do Brasil temos algumas pilotos de testes na Fórmula 1 e não podemos esquecer da Danica Patrick, que venceu na Fórmula Indy e agora é um dos pilotos mais populares da Nascar.


- Na equipe do Programa Oficina Motor, temos uma grande profissional mulher. Qual o diferencial que essa visão feminina traz para as matérias?
O nosso programa tem a vantagem de sermos em três e termos perfis muito diferentes e o ponto que mais chama atenção é que quem é piloto é a Michelle. Se for acelerar ela deixa a gente comendo poeira!


- Quais as dicas que você dá para as mulheres que desejam entender melhor de mecânica e aspectos de pilotagem, para se tornarem mais independentes no dia a dia?
Acho que ler é sempre interessante. Existem muitas páginas boas na internet, fontes confiáveis como FlatOut, CarPlace, BestCars entre outros. Se você conseguir ler e absorver as informações que te interessam e conseguir confrontar o que cada um passa, é muito útil para conhecer. Para se aprofundar em mecânica, colocar a mão na massa, o Senac oferece diversos cursos que podem fazer e se aperfeiçoar tanto na mecânica pura, como na eletrônica dos carros, que hoje é até mais importante.



segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Kawasaki é vice-campeã do Rally dos Sertões 2015 entre as motocicletas

Ramon Sacilotti garantiu a segunda colocação geral entre as motos a bordo da KLX450R. Moara Sacilotti faturou a 5ª posição na Over 45 na maior competição off-road do país

Moara Sacilotti e Ramon Sacilotti
Arquivo pessoal piloto

São Paulo (SP)– Após 2.875 quilômetros percorridos durante sete dias chegou ao fim, neste sábado (8), em Foz do Iguaçu (PR), a 23ª edição do Rally dos Sertões. A maior competição off-road do país passou por quatro estados – Goiás, Matro Grosso do Sul, São Paulo e Paraná, além de oito cidades. Ramon Sacilotti e a Kawasaki KLX450R enfrentaram sete dias de provas e conquistaram a vice-liderança do Sertões 2015 entre as motocicletas. Moara Sacilotti também acelerou forte sua Kawasaki KLX450R e garantiu a 5ª colocação na categoria Over 45, e a 21ª posição geral entre as motocicletas.

Os irmãos Sacilotti encerraram o rali com excelente desempenho. Ramon venceu duas etapas consecutivas e terminou com o seu melhor resultado na competição. O paulista de São José dos Campos registrou a marca de 16:04:09 e a segunda colocação também na categoria Super Production.

“ Esse, sem dúvida, foi o meu melhor Sertões. Minha Kawasaki KLX450R foi perfeita durante os sete dias de prova mostrando sua força e confiabilidade ao longo dos mais de 3 mil quilômetros. Disputei a liderança do rali por vários dias, venci duas especiais e terminei vice-campeão entre as motos. Estou bastante satisfeito com meu desempenho e grande parte dele deve-se à minha moto! Já começo a preparar meu Sertões 2016, planejando novas estratégias e aprimorando ainda mais o preparo físico e ajuste de equipamento para disputar o título no ano que vem desse, que é o segundo maior rali do mundo”, analisou Ramon.

Moara Sacilotti, primeira mulher a disputar o sertões há quinze anos, e única competidora mulher entre as motocicletas nesta edição, usou sua experiência em navegação e técnica apurada para desenvolver uma belíssima pilotagem no rali. A atleta Kawasaki finalizou com o tempo total de 20:06.12.

“Foi um rali muito intenso pra mim. Muito gostoso de pilotar, consegui desenvolver um bom ritmo...minha moto estava perfeita, nunca esteve tão boa. O acerto dela estava incrível, não precisei fazer nada no decorrer das etapas. A moto foi excepcional, estou feliz com o resultado, principalmente pelo resultado do Ramon, e já pensando na edição 2016”, comentou a piloto.

Confira o resumo das etapas na fan page oficial Kawasaki Racing Team Brasil

Resultados Acumulados – Motocicletas

1º - #1 - JEAN AZEVEDO - 15:51:38
2º - #2 - RAMON SACILOTTI - 16:04:09 – KAWASAKI RACING
3º - #9 - ADRIEN METGE - 16:06:42 
4º - #21 - TIAGO FANTOZZI - 16:19:31 
5º - #7 - GUILHERME CASCAES - 16:25:56 
21º - #10 - MOARA SACILOTTI - 20:06:12 – KAWASAKI RACING

VGCOM - VANESSA GIANELLINI COMUNICAÇÃO
Jornalista Responsável: Vanessa Gianellini

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segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Tá de brincadeira né? Ford traz Gerard Butler ao Brasil para gravar campanha do Focus Fastback

O ator e produtor hollywoodiano Gerard Butler desembarca amanhã no Brasil para gravar a campanha de lançamento do Focus Fastback. Nesta produção, a Ford lança um novo conceito de esportividade no Brasil e traz um filme dinâmico com cenas que reforçam a performance do carro. É a primeira vez que o ator estrela uma campanha da Ford.
A Ford escolheu um astro de Hollywood de reconhecimento mundial para estrelar a campanha do Focus, modelo de sucesso global. A gravação será realizada em dois dias.

Butler permanece em São Paulo até o dia 07 de agosto e ficará hospedado em um hotel na região dos Jardins.

FORD BRASIL
A Ford Motor Company está estabelecida no Brasil desde 1919, onde mantém as marcas automotivas Ford, Ford Caminhões e Troller e uma estrutura de 11.500 empregados e quatro fábricas, além do Campo de Provas de Tatuí. Para mais informações sobre os produtos da Ford, acesse http://www.ford.com.br.

SOBRE A FORD MOTOR COMPANY
A Ford Motor Company é uma empresa líder da indústria automotiva global, com sede em Dearborn, Michigan, nos Estados Unidos. Fabrica ou distribui automóveis em seis continentes, com cerca de 194.000 empregados e 66 fábricas no mundo. Suas marcas automotivas incluem a Ford e a Lincoln. A empresa fornece serviços financeiros através da Ford Motor Credit Company. 

Para obter mais informações sobre os produtos da Ford, favor acessar www.ford.com.br.
Burson-Marsteller – Atendimento Ford
Monica Nishizaki – monica.nishizaki@bm.com - (11) 3094-2299
Mariana Bevilacqua – mariana.bevilacqua@bm.com – (11) 3094-2415
Renata Mesquita – renata.mesquita@bm.com - (11) 3094-2281
Luciana Morassi – luciana.morassi@bm.com - (11) 3094-2261

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Determinação feminina invade as pistas do SuperBike Brasil!

Piloto da Copa Honda CBR 500R, Marcia Reis até tentou ser uma mãe ‘normal’ como qualquer outra, mas a paixão pelas duas rodas falou mais alto
Marcia Reis (#97), Moretti Racing Team, mostra que beleza e raça podem andar juntas!
Foto: Antonio Zappellini/VGCOM




São Paulo, 6 de julho de 2015 - Preparada para a próxima etapa do SuperBike Brasil em Londrina, PR, de 24 a 26 de julho, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, Marcia Reis é natural de Porto Alegre (RS), já escreveu dois livros, foi gerente comercial de boutique e é mãe de uma universitária, mas foi na motovelocidade que encontrou seus momentos de lazer e diversão.

“Comecei a gostar de moto com 13 anos, fazia ‘peguinhas’ de Garelli na rua com os moleques, depois comecei a pegar motos maiores, fiz trilha por um tempo e então peguei uma Ninja 300 e foi ai que comecei a gostar um pouco mais de motos esportivas”, conta a piloto.

Depois de morar 20 anos na região de Porto Alegre, está há dois anos e meio vivendo distante de sua terra, no interior de São Paulo, na cidade de Araraquara. Mudou somente para poder treinar. Marcia comenta que a brincadeira passou a ser séria a partir de 2012, ao ser convidada para participar de um grid formado somente por mulheres, em Guaporé (RS). Com essa experiência, Marcia explica que pegou gosto pela coisa, mas que infelizmente logo depois precisou vender a moto, o que limitou sua participação em apenas duas provas. Então, surgiu a oportunidade de participar do SuperBike Brasil, onde está até hoje.

Representante feminina em um universo visto por muitos como algo masculino, Marcia, piloto da moto (#97), conta como é ser mulher e estar na pista. “Está sendo bem legal participar do SuperBike Brasil, temos poucas mulheres na motovelocidade atualmente e esse é o único campeonato que nós temos essa presença. Os outros pilotos tem um carinho especial pela gente, todo mundo se respeita bastante e na equipe Moretti Racing Team sou a única mulher, mas é bem legal sentir o quanto o público admira nossa coragem de estar ali dentro da pista. Comparado as minhas primeiras corridas onde havia apenas mulheres no grid isso é um desafio bastante grande, mas tem sido muito legal correr junto com os homens também”.

“Me adaptar a moto é minha maior dificuldade, sobretudo esta que é a primeira totalmente preparada para pista.Antes eu andava de brincadeira com as meninas, usávamos modelos de rua, tirávamos apenas os espelhos e saíamos para acelerar, só agora estou conseguindo me adaptar a nova máquina.O ano passado foi uma verdadeira escola, um aprendizado muito intenso e de grande valia para mim, tanto que esse ano estou melhorando meus tempos progressivamente, sentindo mais segurança na moto e na pista também, sentindo a evolução que conquisto a cada volta”.

Questionada sobre sua relação com a família, uma vez que se interessa por um esporte pouco usual para a maioria das mulheres ela diz: “Não só a família, mas todos que são próximos de mim dizem que isso é loucura, mas creio que todos aqui (no Autódromo) têm um pouquinho dessa loucura. Minha filha está na faculdade e infelizmente não consegue me acompanhar, mas, mesmo assim, estar aqui é o que eu quero”.

Marcia se esforça junto da nova equipe para nos próximos meses começar a trazer mais mulheres para seu lado e, quem sabe, juntar o suficiente para montar um grid exclusivo delas — mesmo que com motos de rua — mostrando que andar de moto na pista não é nenhum bicho de sete cabeças conseguindo mais pilotos para sua equipe e o campeonato.

“Depois que comecei no SuperBike já perdi quase 16kg, isso controlando a alimentação e fazendo atividade física, pois quanto mais levinha melhor né (risos)”. Na categoria em que a piloto disputa o campeonato, muitos dos concorrentes são mais jovens e com menor estatura, daí a preocupação com a forma física, “na minha categoria os pilotos são bem levinhos, é quase uma covardia”, brinca.

“Estou ampliando meu aprendizado e pretendo começar a andar de SuperMotard também, apesar de ser nova neste mundo com apenas 6 participações no campeonato, novas formas de evoluir nunca são demais. Quando comecei na motovelocidade era gerente comercial em uma boutique onde morava, dois meses depois sai só para poder treinar e agora são os patrocinadores que me mantém, assim eu consigo não trabalhar e me dedicar somente ao esporte e a equipe, pois já estava difícil conciliar o trabalho e os treinos com meu cargo, as responsabilidades e horários. Estou curtindo muito e pretendo continuar nisso por muito tempo”.

Marcia deu esta entrevista durante a segunda etapa, em junho, e fechou o final de semana com pódio, graças à torcida que compareceu para dar apoio a piloto que corria “em casa”. Quarta colocada na Copa CBR 500R Light e 11ª na geral, a piloto ficou muito emocionada, deixou rolar algumas lágrimas de felicidade no pódio. “Está sendo muito emocionante já que esse é meu primeiro pódio na competição, agradeço a deus em primeiro lugar, ao meu patrocinador Otávio, ao Carlinhos, mecânico que preparou minha moto,a equipe MR que ajuda bastante e como sou daqui de Porto Alegre, agradeço a toda torcida aí”.

A próxima etapa do campeonato, a terceira, acontecerá entre os dias 24 e 26 de julho, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Londrina, PR.

O SuperBike Brasil tem patrocínio Silver: Honda, Pirelli, Mobil e Yamaha. Bronze Premium: Kawasaki, Ducati e MotoSchool. Bronze: Shark, Diafrag, Alpinestars e Tutto Moto.


Informações Adicionais:Tel.: 11 5524-5684 ou info@SuperBike.com.br


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Sobre o SuperBike Brasil

Campeonato nacional de motovelocidade com maior público e número de competidores a cada etapa, figura entre os 5 maiores do mundo, sendo referência no cenário esportivo nacional devido a projeção que proporciona aos patrocinadores, pilotos e equipes.

A classe principal tem disputas com motos esportivas de 1000cc na SuperBike, superando os 300km/h. Logo abaixo e servindo de acesso, a SuperSport utiliza modelos de 600cc,além da SuperBike Light e Master. As categorias monomarca contam com modelos que podem ser vistos nas ruas e adquiridos nas concessionárias, fabricadas pela Honda e Kawasaki são: Copa Kawasaki Ninja 600, Copa Honda CBR 500R, Copa Honda CBR 500R Junior, Copa Kawasaki Ninja 300 e Honda Junior Cup para iniciação de novos talentos.
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